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DELAÇÃO DA J&F

Joesley e Ricardo Saud se entregam na Polícia Federal, em São Paulo

Publicada em 10 de Setembro de 2017 às 10h56


Atualizada em 10/09/17 às 15h40min

O empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F, e o executivo da empresa Ricardo Saud se apresentaram e estão presos na sede da Polícia Federal, na Lapa, Zona Oeste de São Paulo, desde as 14h deste domingo (10) após o relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, acatar os pedidos de prisão.

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Joesley deixou a casa do pai no Jardim Europa às 13h45, na Zona Sul de São Paulo, rumo à Polícia Federal, e Saud, seu apartamento no Morumbi, também na Zona Sul. Na sede da superintendência da PF, manifestantes soltaram fogos de artifício para comemorar as prisões.

Os dois devem passar a noite na PF em São Paulo e serem transferidos para Brasília nesta segunda-feira (11). As prisões são temporárias, com prazo de cinco dias, e podem ser revertidas para preventivas.

Em nota, as defesas de Joesley e Saud disseram que 'não mentiram nem omitiram informações no processo que levou ao acordo de colaboração premiada e que estão cumprindo o acordo'.

Com informações do G1



Janot pede prisão de Joesley, Ricardo Saud e ex-procurador Marcelo Miller (Em 10/09 às 10h56min)

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu no final da noite de ontem (8) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão do empresário Joesley Batista, do ex-executivo da J&F Ricardo Saud e do ex-procurador da República Marcelo Miller.

A prisão foi solicitada ao ministro Edson Fachin, relator das investigações da J&F, após o procurador concluir que os colaboradores esconderam do Ministério Público fatos criminosos que deveriam ter sido contados nos depoimentos.

A conclusão de que os delatores omitiram informações passou a ser investigada pela PGR na segunda-feira (4) a partir de gravações entregues pelos próprios delatores como forma de complementação do acordo, firmado também com Ricardo Saud, ex-executivo da empresa, e Francisco e Assis e Silva, advogado do grupo empresarial.

A PGR também suspeita que o ex-procurador da República Marcelo Miller atuou como ?agente duplo? durante o processo de delação. Ele estava na procuradoria no período das negociações e deixou o cargo para atuar em um escritório de advocacia em favor da J&F.

Em uma das conversas, Joesley e Saud afirmam que atuariam para usar o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo com objetivo de atingir ministros da Suprema Corte. A ideia era gravar uma conversa com Cardozo na tentativa de identificar os ministros sobre os quais ele poderia ter influência. ?Depois vamos botar tudo na conta do Zé", diz Joesley no áudio divulgado pelo STF.

Por meio de sua assessoria, a J&F disse desconhecer até o momento a informação sobre o pedido de prisão de Joesley e de Ricardo Saud.


Fonte: Agência Brasil
Tags: Janot - prisão - Joesley

Fonte: Da redação  |  Publicado por: Da Redação
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