O major Feitosa,comandante da policia militar em Uruçuí nos disse na noite de ontem (05/10) que colocou todos os policiais que estão sob o seu comando para procurarem os acusados de tentarem matar o jornalista Wellington Raulino. Ele disse ainda: “O caso está praticamente elucidado, nós já sabemos quem são os quatro homens, foi feito exame de corpo e delito na vitima, as testemunhas já foram ouvidas pelo delegado e que falta agora é só achar os quatro acusados, sendo que se eles fugirem do flagrante (período de 24 horas), será aberto um inquérito e mesmo assim o juiz poderá pedir a prisão preventiva dos elementos”. Nossa reportagem esteve com duas das principais pessoas que entraram para evitar que houvesse o homicídio.
Duas das pessoas pediram para que seus nomes fossem mantidos em sigilo, e relataram:
“Quando nós ouvimos os gritos do W. Raulino chamado por socorro, ficamos com medo de entrar na confusão porque eles estavam armados, mas como ele (Raulino) estava apanhando muito, eu não sei como tive a coragem, mas entrei no meio quando vi que o Gilliarde estava armado com um revolver”.
A outra testemunha relatou:
“Achei que o Wellington não iria agüentar mais e tentei apartar, os rapazes usando um capacete, um pedaço de ripa e com socos, bateram muito nele e os homens quase o mataram, pois estavam armados”.
Os hematomas no jornalista não foram nítidos nas fotos publicadas por este portal, mas horas depois, já se via a situação em que o jornalista ficou, devido as pancadas e agressões sofrida na hora da confusão.
A população de Uruçuí tem se mostrado revoltada com o fato que ocorreu, é o principal assunto nas ruas, rodadas de conversar e tema de discussão e reflexão. Em conversa com alguns vereadores, essas autoridades também têm mostrado seu repudio em relação ao assunto, que segundo eles, devem levar à tribuna da sessão da próxima segunda feira.
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