Wilson Martins (PSB) e João Vicente (PTB)
A sucessão estadual fará agora um longo e delicado percurso até o dia 30 de junho, prazo final das convenções partidárias. Até lá muita água ainda vai rolar.
Wilson Martins (PSB) agora no mandato de governador e Elmano Férrer (PTB) como prefeito de Teresina cria um novo cenário político. A base aliada deixa de existir e o comando da sucessão passa para o atual governador e pré-candidato a reeleição e do outro lado para o senador petebista João Vicente Claudino.
PSDB e PT estão na espreita. O primeiro com muitos de seus quadros ainda alojados na prefeitura e o segundo no governo estadual. Uma estratégia tanto de Wilson quanto de JVC para atrair apoios valorosos no futuro.
Na verdade o tempo, as pesquisas eleitorais e a conjuntura da sucessão presidencial serão importantes na definição da melhor estratégia a ser percorrida no Piauí por cada força política a partir do dia 30 de junho.
O PMDB continua sendo a noiva preferida. Pelo PTB que foi rápido ao nomear João Henrique Sousa para secretaria de governo e Inácio de Carvalho para liderança do prefeito Elmano Férrer na Câmara Municipal. Pelo ex-governador Wellington Dias (PT) que fez o convite a Marcelo Castro (PMDB) para que juntos disputem as duas vagas para o senado. Enquanto isto o governador Wilson Martins, não despachou nenhum peemedebista, o único a desocupar as gavetas fora o secretário de governo, o deputado Kleber Eulálio, que retornou a assembléia.
Antônio José Medeiros (PT) e Sílvio Mendes (PSDB) correm por fora. Estrategicamente podem ser candidatos após o dia 30 de junho para quem sabe disputem pra valer a vaga de governador ou então venham somar num possível segundo turno com Wilson Martis ou mesmo JVC, ou ainda comporem com Wilson Martins e JVC ainda no primeiro turno, a depender de negociações e estratégias políticas.
Por enquanto os principais maestros da sucessão são hoje o governador Wilson Martins e o senador João Vicente Claudino.
Edição: Gleydson Coelho
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