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Já foi até orientado a romper

ZÉ HUMBERTO, o vice-prefeito desprezado e humilhado no governo que ele ajudou a eleger. Entenda

Publicada em 23 de Novembro de 2017 às 18h39


"Dessa vez serei candidato a prefeito", declaração de Zé Humberto há muitos uruçuienses. Após ter postulado uma candidatura a prefeito de Uruçuí em 2011 e numa briga acirrada no PSD, partido que fez parte naquele ano ao lado dos os ex-vereadores Sérvulo e Ribamar Mateus (em 2012) que também colocaram seus nomes no páreo da linha sucessória para 2012 e por consequente no período da eleição daquele ano não sair candidato e nem ter apoiado ninguém, o atual vice-prefeito voltou a dizer que seria candidato a prefeito (novamente) logo nos primeiros meses do governo Renata (2013), sustentando que desta vez iria à luta (em 2016), mas novamente decepcionou os seus.

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Como empresário é um homem bem-sucedido, mas como vice-prefeito de Uruçuí Zé Humberto tem recebido um adjetivo pouco desejado, o de 'fraco', e amarga a decepção de ter ajudado a ganhar uma eleição (em 2016) onde seu desejo maior era ter, no mínimo: respeito; e poder ajudar em todas as decisões e indicações do governo, ou seja, ajudar, mesmo que na mesma medida dos ex´s, como todos os ex-vice-prefeitos fizeram no passado, mas até agora ele (Zé Humberto) não teve esse mínimo de respeito que esperava e o espaço para, se quer, ajudar seus correligionários mais próximos.

Zé Humberto estava há mais de seis (06) anos dizendo nos ?quatro cantos? do município que seria candidato a prefeito de Uruçuí e andou muito afirmando isso na última pré-campanha. Entretanto sua desistência em ser candidato em 2016 acabou decepcionando muita gente (não todos), mais vários de seus amigos e seguidores que tiveram que votar (?forçado?) no médico Wagner ou mesmo em branco para não votar em Renata, já que ele próprio (Zé Humberto) dizia na campanha que todos da oposição teriam que se unir para tomar o governo do grupo do ex-prefeito Chico Filho e assim assumir a prefeitura, onde ele (Zé Humberto) faria parte do comando da gestão e ajudaria a administrar a cidade, bem como seu grupo político teria espaço no referido governo, nas indicações de cargo e para assumir cargos importantes que ajudariam na administração municipal. O que não aconteceu!

Sem moral de poder indicar ninguém no governo

De cara Zé Humberto não indicou nenhuma pasta importante do atual governo municipal, o único nome que se falava muito numa possível indicação do vice-prefeito era o de Carlos Silva para a secretaria municipal de esporte, o que não aconteceu. Ao assumir no dia 1º de janeiro o grupo de Zé Humberto começava a perceber que a maioria dos amigos do vice-prefeito ficariam fora do quadro administrativo, nem no segundo escalão, muito menos no primeiro.

Até os três primeiros meses de governo o vice-prefeito Zé Humberto havia indicado apenas duas ou três pessoas, o que deixou bastante decepcionado os que lhe apoiaram, além de amigos próximos.
Carlos Silva teve que se contentar com uma assessoria especial. Com competência e experiência na área do esporte, o ex-jogador profissional (Carlos Silva) foi ser um dos auxiliares do secretário Robi.

Cargo no quadro da AÇÃO SOCIAL
Zé Humberto assumiu junto com o prefeito Wagner também sem ao menos poder indicar sua esposa, Francicleide Chaves Passos, ao posto que estava cotada, o de Coordenadora do Cras. Simpática, querida por todos, competente e com todas as condições de assumir um cargo importante e ajudar no governo municipal, Francicleide ficou de fora do quadro administrativo municipal devido à falta de imposição do esposo, Zé Humberto.

Até hoje os nomes que se sabem que foram indicados por Zé Humberto e assumiram cargos no governo Wagner foram: Carlos Silva, Manoel Pedro Lima (Nezinho) e Junior Neiva.

Para "consolar" Zé Humberto, aliados do prefeito têm colocado o vicê para aparecer sempre nas fotos e convidado o mesmo para participar dos eventos da PMU no intuito de minimizar tamanha humilhação em que ele (Z.H) vem passando, inclusive publicando "matéria" dizendo que ele é presente e atuante, o que de fato não é verdade.

Há informações de que até um deputado amigo de Zé Humberto já o orientou a romper com o prefeito para que a humilhação não seja maior.

Espaços e privilégios dos vice-prefeitos que antecederam Zé Humberto
- Dr. Wagner foi vice-prefeito no governo Goethe e teve participação efetiva na época
- Mussoline Carvalho foi vice-prefeito no governo Espirito Santo, não foi dos mais beneficiados, mas tinha o respeito de seus correligionários e pôde indicar vários cargos, além de ter assumido o comando do governo por alguns dias quando a titular havia viajada por mais de 15 dias.
- Dr. Gilberto Gonçalves foi vice-prefeito no governo Chico Filho e indicou sua esposa, Rita Melo, na época também vereadora, a assumir a secretaria de educação, além dele ter indicado vários cargos de segundo e terceiro escalão.
- Elmar Leitão foi vice-prefeito no governo Valdir Soares e indicou seu filho (Ricardo Leitão) para assumir a secretaria de infra-estrutura, além de vários cargos. Depois de ter buscado mais espaço no governo e não ter conseguido, Elmar entregou os cargos e rompeu com o prefeito Valdir Soares.
- Pedro Cortez foi vice-prefeito no governo Renata Coelho e indicou sua esposa, Adriana Cavalcante, também vereadora, a assumir a secretaria de saúde, além de vários outros cargos e posteriormente também indicou a secretária de educação.


Por Jackson Coelho

Tags: ZÉ HUMBERTO - vice-prefeito - desprezado - humilhado

Fonte: Da redação  |  Publicado por: Da Redação
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